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Inspeções nos veículos: transporte seguro

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Ao apoiar o Movimento Maio Amarelo, a ALE reconhece que pode contribuir efetivamente para a segurança no trânsito. Por isso, todos os veículos que rodam pelas cidades e estradas com o nosso combustível passam por um minucioso processo de inspeção, realizado a cada três meses, para a verificação de diversos itens que garantem o bom estado dos caminhões.

O check-list inclui revisão da documentação do veículo e, principalmente, a habilitação legal para o transporte de produtos perigosos, verificação de itens de segurança, como o extintor de incêndio, estado de conservação dos pneus, aferição e verificação dos tanques e a presença dos equipamentos de proteção individual e coletiva que devem ser usados durante a descarga nos postos.

A capacitação técnica e comportamental do motorista para o transporte de produtos perigosos é outro ponto que a ALE considera fundamental para a segurança no trânsito. Além da inspeção dos veículos, todos os condutores também têm que apresentar os comprovantes dos treinamentos exigidos para o transporte de Produtos Perigosos.

Foco ampliado

Além de cuidar da frota própria, a ALE também segue o mesmo procedimento de inspeção de segurança nos veículos de revendedores que carregam nas nossas bases de todo o Brasil. Quando são detectados problemas, o veículo é bloqueado, já que não há condições para o transporte. Para evitar essas ocorrências, os clientes devem manter seus veículos em perfeitas condições para o transporte de produtos perigosos.

Da mesma forma, quando uma empresa é contratada para fazer os carregamentos, a ALE também exige o mesmo padrão interno de segurança e qualidade para a prestação dos serviços. “Os veículos só começam a trabalhar para a nossa empresa depois de uma inspeção completa e adequação ao modelo exigido pela companhia”, comentou Adriano Brito, coordenador de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da ALE.

E para completar, além da verificação trimestral, a companhia também tem um programa de Inspeção Invisível que avalia a conduta dos motoristas desde a saída das bases até a entrega. Atualmente, são realizados entre 25 e 30 acompanhamentos mensais em todo o Brasil. Quando o condutor alcança 95% de conformidade na operação, recebe bônus e prêmios.

Participação do revendedor

A participação dos revendedores é fundamental nesse grande programa de segurança da ALE, seja cuidando dos veículos próprios ou observando os procedimentos de entrega que acontecem diariamente nos postos de todo o país. As condições físicas dos veículos e o uso dos equipamentos de segurança durante a descarga, pelo motorista, são pontos importantes para evitar a ocorrência de acidentes.

Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com o FALE, pelo telefone 0800 281 500, disponível também na parte traseira dos caminhões. Todas as informações serão repassadas para a equipe responsável pelo programa Práticas Inseguras e Quase Acidentes, que analisará cada caso e retornará para o cliente ou para o transportador responsáveis pelo veículo.

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31/ 05

Contorne a dificuldade para contratar e reter funcionários

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O turnover é o índice que calcula rotatividade de funcionários em uma empresa. Atualmente, essa palavrinha em inglês vem se tornando uma preocupação cada vez maior para os proprietários de postos de combustíveis e lojas de conveniência no Brasil.

De acordo com o Sebrae, esse problema ocorre no varejo em função da remuneração média e do mercado ser percebido como um trampolim para outras carreiras, especialmente entre o público jovem.

Além de implicar em gastos para admissão de novos funcionários, o turnover ainda gera problemas de produtividade, em função do tempo necessário para treinar novas pessoas.

Mas se esse índice é motivo de preocupação para todos os postos, saber reduzi-lo pode ser um grande diferencial para o seu negócio.

Saiba como reduzir esse índice em sua empresa.

Analise o cenário

O primeiro passo para reduzir o turnover é saber por que os funcionários do seu posto estão pedindo demissão ou sendo demitidos. Afinal, se os salários e benefícios estão compatíveis com o segmento, é possível que existam outras razões para isso.

Ao saber as causas, você poderá buscar formas de contornar esse problema no futuro, definindo ações de melhoria a serem implementadas no negócio.

Aprimore a admissão

Antes de contratar o funcionário, é fundamental saber exatamente o que o seu posto espera dele e, com isso, verificar se ele está apto a realizar esse tipo de serviço.

Algumas questões importantes a serem levantadas na hora da entrevista são a motivação para ele ter se candidatado, seus interesses, a proximidade da residência em relação local de trabalho e suas expectativas para os próximos anos.

Pensar em tudo isso na hora da contratação pode parecer exagerado, mas garante a economia de recursos no futuro.

Desperte a motivação

Ninguém gosta de trabalhar em ambientes com clima negativo e sem nenhum tipo de reconhecimento. Por isso, uma das chaves para reduzir o turnover é oferecer oportunidades para que os funcionários possam chegar a cargos de liderança – como supervisão, coordenação ou gerência – caso estejam preparados para isso.

Outra dica de motivação é oferecer prêmios e incentivos para aqueles que se destacarem em sua função, seja pelo atendimento cordial, pela identificação de problemas no posto ou pelo reconhecimento dos próprios clientes. Ao fazer isso, você desperta nos demais funcionários o desejo de se aprimorarem, incentivando o bom desempenho.

Para entender a importância de uma equipe preparada e motivada, pense que 73% dos consumidores são apaixonados por uma marca por causa do atendimento e que 55% dos consumidores pagam mais por uma melhor experiência de compra. Por isso, não se esqueça de que sua equipe é responsável pelo sucesso do negócio no dia a dia, exigindo capricho e dedicação na gestão de pessoas.

*Tendência identificada durante Nacs Show 2015, maior feira do segmento de postos de combustíveis e lojas de conveniência do mundo.

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Saiba como enfrentar a concorrência do seu posto

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O mercado das lojas de conveniência está em plena expansão no Brasil, crescendo tanto em número de lojas quanto em receita. Com 7 mil pontos de venda espalhados pelo País, esse segmento já fatura mais de R$ 6 bi por ano*.

Se por um lado isso significa excelentes oportunidades para os proprietários de postos que possuem lojas desse tipo, por outro significa riscos para aqueles que ainda não possuem ou ainda não transformaram sua loja de conveniência em uma referência na região.

Novos players 

Além do mercado aquecido, muitos outros tipos de negócio podem se tornar concorrentes de uma loja de conveniência em um posto de combustíveis:

Restaurantes

Padarias

Bares

Cafeterias

Fast-food

Lanchonetes

Minimercados

Rotisserias

Confeitarias

Vending Machines

E as empresas que atuam nesse segmento já perceberam que os consumidores estão cada vez mais apressados e exigentes, oferecendo soluções cada vez mais adequadas às suas necessidades.

Soluções no horizonte

Com tamanha competição por todos os lados, os proprietários de postos de combustíveis e de lojas de conveniência precisam estudar os pontos fortes e fracos de seus concorrentes para reforçar sua presença no dia a dia dos consumidores.

Um bom caminho para a loja de conveniência se destacar é trabalhar com horários estendidos. Assim, é possível atrair o público que trabalha e estuda até tarde ou as pessoas que saem das festas em busca de algo para comer.

Disponibilizar um espaço agradável para o cliente parar por uns minutinhos também podem fazer toda a diferença para quem prefere comer na loja. Bancos, cadeiras, mesas e bancadas criam um ambiente confortável e prático que estimula os clientes a passarem mais tempo na loja e, consequentemente, a comprarem mais.

E um cafezinho por conta da casa? Muitos postos ALE já demonstraram que a oferta de um café gratuito é um excelente chamariz para o consumidor, além de estimular a compra de outros produtos na loja.

Além de todas essas iniciativas, não se esqueça de ouvir e manter um contato próximo com seus consumidores. Para vencer a concorrência, as impressões do cliente sobre o negócio podem ser a chave para você encontrar novas oportunidades e movimentar o seu posto.

*Fonte: Expopostos e Conveniência São Paulo 2015

**Tendência identificada durante Nacs Show 2015, maior feira do segmento de postos de combustíveis e lojas de conveniência do mundo.

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Como a oferta de produtos frescos pode movimentar seu posto

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A correria do dia a dia já faz parte da vida dos consumidores em todo o País. Com a tecnologia como aliada, conseguimos fazer mais coisas em menos tempo e, com isso, sentimos que cada minuto deve ser aproveitado.

Os consumidores que frequentam postos de combustíveis e lojas de conveniência são um reflexo dessa tendência: a cada dia, desejam fazer tudo aquilo que precisam com mais praticidade e agilidade.

Mas será que a pressa implica na oferta de produtos industrializados e baixa qualidade?

Nada disso! Muitos postos já entenderam a demanda por produtos frescos e estão faturando mais. Conheça as tendências do food service que estão movimentando as lojas de conveniência em postos de combustíveis no Brasil e no mundo.

Fresco é melhor

Os industrializados e enlatados podem ser ágeis e práticos, mas estão perdendo espaço progressivamente entre as pessoas que se preocupam com a qualidade de vida, a saúde e o bem-estar.

Assim, mesmo quando fazem lanches rápidos, os consumidores esperam produtos saudáveis, com mais sabor e preparados com ingredientes de qualidade. Sucos e sanduíches naturais são ótimos exemplos de produtos que podem ser oferecidos em uma loja de conveniência, atendendo às expectativas dos consumidores que embarcaram nessa onda.

Orgânicos na moda

A cada dia as pessoas estão se conscientizando sobre a importância de evitar agrotóxicos, adubos químicos, antibióticos, organismos geneticamente modificados e outras substâncias que podem colocar a saúde em risco.

E é por isso que a oferta de produtos orgânicos também vem se consolidando como uma das maiores tendências do food service em todo o mundo.

Dessa forma, um cantinho da loja com itens orgânicos pode se tornar um grande sucesso entre o público.

Fornecedores locais 

A oferta de produtos frescos também vem impulsionando a tendência de compras junto a fornecedores locais.

Isso acontece, pois, ao oferecer lanches rápidos e opções de almoço com alimentos frescos, a loja de conveniência precisa contar com um fornecimento mais ágil e adequado às suas necessidades. Assim, saem na frente os produtos produzidos e distribuídos na própria região.

Além dos ingredientes de origem confiável, essa tendência traz vários benefícios para o proprietário da loja: custos reduzidos, facilidade na entrega, pedidos sob demanda e o reforço dos laços de comunidade com empreendedores da região de atuação.

Com tantas opções de comida fresca em um local conveniente, seu posto vai aproveitar vantagens como maior fluxo de clientes, aumento do faturamento, incremento do ticket médio e fidelização daqueles que sempre passam pela região.

Aproveite essas tendências para avaliar como seu posto está lidando com as necessidades e as preferências dos consumidores modernos. Quem sabe não é esta a hora de transformar seu negócio?

*Tendências identificadas durante Nacs Show 2015, maior feira do segmento de postos de combustíveis e lojas de conveniência do mundo.

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Conheça 4 tendências de comportamento que podem movimentar seu posto

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Já imaginou se você conseguisse prever cada movimento dos clientes, desde a entrada até a saída do seu posto?

Isso pode parecer um sonho distante, mas, com algumas informações úteis em mãos, é possível entender como as pessoas se comportam e gerar mais negócios.

Conheça 4 comportamentos típicos do consumidor que são importantes para o seu posto:

80% das decisões são tomadas na loja

Os consumidores saem de casa ou de seu trajeto original para fazer uma compra. Essas são as chamadas compras planejadas. No entanto, ao chegar na loja, 80% dessas mesmas pessoas acabam comprando itens que não estavam dentro de seu plano inicial. Essas são as compras de impulso.

E por que elas são importantes para o seu negócio?

Sabendo dessa tendência, você pode preparar sua equipe para oferecer produtos e serviços adicionais ao cliente na saída, como troca de óleo e lavagem de carro, ou então balas, chocolates e outros itens de menor valor no caixa da loja de conveniência. É uma medida simples, mas com resultados expressivos para o faturamento.

69% dos clientes dos postos apenas abastecem e vão embora 

De cada 100 consumidores dos postos de combustíveis, 69 apenas abastecem e seguem seu caminho. Essa estatística também reforça a importância do posto expor e oferecer produtos e serviços adicionais, como vimos no tópico anterior.

Mas, além disso, caso o posto tenha uma loja de conveniência, existem muitas outras oportunidades a serem aproveitadas. Já imaginou colocar um dos colaboradores da loja para distribuir panfletos promocionais na pista com ofertas especiais de lanches e bebidas?

O importante é lembrar que, mesmo passando no posto apenas para abastecer, os consumidores ainda estão sujeitos à lógica das compras de impulso. 

As mulheres correspondem a 45% das compras de bebidas e comidas em lojas de conveniência

Apesar de muitas mulheres utilizarem o posto apenas para abastecer, elas já chefiam 35% das famílias brasileiras e são apaixonadas pela praticidade. Por isso, são clientes fiéis de farmácias, padarias, food trucks, pequenos mercados e outros estabelecimentos de food service.

E você já conhece os aspectos mais importantes para uma mulher quando visitam um posto? São eles: a localização privilegiada, a limpeza, a segurança, produtos bem embalados na loja e a agilidade para entrar e sair.

Por isso, lembre-se de levar em conta as necessidades e preferências dessa parcela significativa do seu público antes de preparar a oferta de produtos e serviços.

As pessoas estão comendo mais fora de casa

A alimentação fora de casa vem ganhando bastante espaço no orçamento dos consumidores brasileiros. Uma pesquisa recente mostra que esse tipo de compra já representa 33% de todos os gastos das famílias com comida.

Isso acontece, pois, na pressa do dia a dia, os consumidores optam pela praticidade e a agilidade de fazer lanches rápidos. Assim, fica evidente a importância do posicionamento de estabelecimentos com esse apelo no caminho de casa ou do trabalho, como as lojas de conveniência.

Chegou a hora de colocar a mão na massa. Aproveite essas tendências e comece a movimentar seu negócio agora mesmo!

*Tendências identificadas durante Nacs Show 2015, maior feira do segmento de postos de combustíveis e lojas de conveniência do mundo.

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CTF: atualização dos dados da revenda deve ser feita a cada três meses

Pela natureza perigosa do negócio, as revendas de combustíveis brasileiras também estão na lista de empresas que devem se registrar no Cadastro Técnico Federal (CTF), o banco de dados eletrônico monitorado pelos órgãos ambientais brasileiros, nos âmbitos federal, estadual e municipal, desde o ano 2001, permitindo a rastreabilidade e o cruzamento de informações.

Segundo a coordenadora de Compliance e Meio Ambiente da ALE, Ana Paula Coutinho Parente, para postos que já estão em atividade, basta acessar o site do Ibama (www.ibama.gov.br) e preencher o formulário eletrônico que está no menu “Serviços”, na aba “Cadastro”. Toda a operação é feita online, com base em informações prestadas pela empresa, o que gera um comprovante de inscrição com prazo indeterminado e um documento obrigatório que é o Certificado de Regularidade, que tem validade de três meses e deve ser atualizado ao final do prazo.

A revenda também deve fazer o recolhimento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA), no mesmo prazo. O valor varia de acordo com o faturamento anual da empresa. Atualmente, as taxas são de R$ 5.796,73 (grande porte), R$ 2.318,69 (médio porte) e R$ 1.159,35 (pequeno porte), valores previstos na Portaria Interministerial MF/MMA n.º 812/2015.

Para os revendedores que estão iniciando as atividades, o procedimento deve ser feito logo após a concessão da licença ambiental para operação, pelo órgão estadual responsável. Esse é um dos dados solicitados pelo sistema, juntamente com CNPJ, endereço do estabelecimento, coordenadas geográficas, indicação do representante legal da pessoa jurídica e inclusão da revenda nas categorias em que atua, dentre outras. “Dependendo dos serviços prestados pelo revendedor, a inscrição deve contemplar mais de uma categoria”, ressalta Ana Paula. A coordenadora dá o exemplo de um posto que também faz o transporte do combustível utilizando o mesmo CNPJ da revenda. Nesse caso, deverá estar cadastrado em duas categorias: números 18-6 “Comércio de combustíveis e derivados de petróleo” e 18-1 “Transporte de Cargas Perigosas”, conforme Anexo da Instrução Normativa do Ibama n.º 06/2013 e respectivas alterações.

Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras

Outra obrigação gerada a partir da inscrição no CTF é o Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras (RAPP) que informa ao Ibama as atividades desenvolvidas pelo empreendedor, dentro de cada exercício fiscal, e que são passíveis de controle pelo órgão. O prazo de envio do documento é 31 de março de cada ano, referente ao exercício anterior.

Entre as informações solicitadas estão o volume de litros de combustíveis armazenados e comercializados, geração de efluentes líquidos e qual a sua destinação, o que foi feito com os resíduos sólidos da operação e, em caso de troca de óleo, qual a empresa responsável pelo rerrefino do óleo usado.

Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos

Além do RAPP, o posto deve ter a inscrição no Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos, que também é gerenciado pelo Ibama, com todas as informações sobre o gerenciamento dos resíduos perigosos gerados pelo estabelecimento. Mais amplo, esse sistema engloba toda a cadeia produtiva do setor, incluindo as revendas. “Nesse caso, será necessário contratar um profissional técnico especializado para fazer todo o levantamento e responder pelas informações prestadas”, enfatiza.

A coordenadora reconhece que o processo é longo e aumenta os custos da operação do posto. No entanto, adverte que as revendas que não se inscrevem no CTF podem ser multadas em R$ 900 (pequeno porte), R$ 1.800 (médio porte) ou R$ 9 mil (grande porte). A empresa que forjar informações que não possa comprovar também pode ser penalizada com multas que variam de R$ 1500 a R$ 1 milhão.

“Nossa recomendação é para que as empresas não corram risco porque a falta desse registro pode gerar multas muito pesadas e até mesmo a cobrança retroativa da TCFA. Temos observado, inclusive, que a renovação e emissão de licenças ambientais pelos órgãos estaduais/municipais estão condicionadas à apresentação do número do registro no CTF e do Certificado de Regularidade válido. Se o revendedor não tem tempo ou equipe disponível para o serviço, basta contratar uma empresa de consultoria para fazer o procedimento e organizar as informações sobre o posto, para a confecção do documento”, explica Ana Paula Parente.

Comentários Boas Práticas Matéria Especial Meio Ambiente Segurança

27/ 05

Preços exibidos pelo revendedor

A Resolução ANP 41, editada em 2013, em seu artigo 20, trouxe a obrigação do revendedor exibir os preços por litro de todos os combustíveis automotivos comercializados expressos com três casas decimais no painel de preços e nas bombas medidoras.

Caso as informações sobre preço não sejam fornecidas aos consumidores na forma da Resolução ANP 41/2013, poderão ser aplicadas as penalidades da Lei nº 9.847/1999, dentre as quais multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 50 mil.

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